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2014/01/10

Senador Frei en su calidad de ex Presidente respaldó la posición de Chile ante La Haya

El parlamentario concurrió a una reunión en La Moneda junto a sus pares, los ex Presidentes Patricio Aylwin y Ricardo Lagos.

Senador Frei en su calidad de ex Presidente respaldó la posición de Chile ante La Haya

“Estoy aquí para respaldar la posición de Chile y los argumentos que sustentan nuestros derechos sobre una zona incuestionablemente chilena”, así lo afirmó el senador Eduardo Frei Ruiz Tagle tras una extensa reunión que sostuvo en La Moneda con el Presidente Sebastián Piñera.


El parlamentario fue invitado en su calidad de ex Presidente de la República, junto a sus pares Patricio Aylwin y Ricardo Lagos. Al término del encuentro respaldaron al Primer Mandatario frente al próximo fallo que la Corte Internacional de Justicia de La Haya dictará el 27 de enero sobre la demanda marítima de Perú en contra de Chile.


“Este es un tema país frente al cual todos los chilenos debemos actuar con unidad”, dijo el senador Frei.


Añadió que “tal como lo establece la Constitución, en los últimos cuatro años las relaciones bilaterales con el Perú han sido conducidas por el actual Presidente de la República y el Canciller, y en esa calidad han sido ellos quienes han adoptado una estrategia que esperamos que haya sido correcta”.


Expresó además su confianza en que “la Corte Internacional de Justicia de La Haya fallará conforme a derecho y reconocerá nuestros argumentos basados en tratados y acuerdos vigentes entre ambos países desde hace décadas y que avalan nuestra soberanía sobre el espacio marítimo que Perú ha cuestionado”.


Precisó que “sabemos que la relación con Perú ha sido compleja, no exenta de dificultades” y recordó que “a fines de mi mandato, en noviembre de 1999, firmamos con el Perú el Acta de Ejecución de las cláusulas pendientes del Tratado de 1929”.


Aseveró que “en ese entonces, las autoridades peruanas dijeron explícitamente que ya no había asuntos pendientes con Chile”. “Espero que esta vez efectivamente así sea, de manera que al fin podamos avanzar hacia una relación basada en la cooperación, la confianza y el pleno respeto a los tratados vigentes”, concluyó.


Cabe señalar que el Presidente Piñera, junto a su señora, Cecilia Morel, recibió en el Palacio de La Moneda a los ex Mandatarios, Patricio Aylwin, Eduardo Frei y Ricardo Lagos, a quienes invitó a reinaugurar la Galería de los Presidentes, una obra del Legado Bicentenario.


Durante el recorrido se dieron tiempo para revisar un panel sobre el Legado Bicentenario y las obras que el Gobierno quiere realizar en el Palacio Ariztía, que lo convertiría en la posible Casa de los Presidentes.


Posteriormente, apreciaron los retratos y bustos de ex Mandatarios, además de revisar una maqueta y conocer detalles del proyecto Barrio Cívico.

Brasil : Dilma dará início à reforma ministerial após viagens ao exterior, dizem fontes

A maior parte das trocas deve ocorrer em fevereiro, quando o Congresso já estará de volta aos trabalhos. Uma das fontes do Planalto afirmou à Reuters, sob condição de anonimato, que Dilma deve começar as mudanças pelo comando da Casa Civil.


A presidente Dilma Rousseff só deve começar a aguardada reforma ministerial, substituindo ao menos dez membros do primeiro escalão, depois de retornar das viagens internacionais que fará neste mês, disseram fontes do Palácio do Planalto.

Dilma viaja no dia 22 a Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial, e depois vai a Havana, em Cuba, para reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e, em seguida, participa de encontro do Mercosul, em Caracas, na Venezuela. A reunião em Cuba ocorrerá dia 26 e a do Mercosul estava prevista para dia 31, mas a data vai ser alterada.


Com isso, a maior parte das trocas deve ocorrer em fevereiro, quando o Congresso já estará de volta aos trabalhos. Uma das fontes do Planalto afirmou à Reuters, sob condição de anonimato, que Dilma deve começar as mudanças pelo comando da Casa Civil. Gleisi Hoffmann deixará a pasta para se candidatar ao governo do Paraná.

Segundo essa fonte, a tendência é que Aloizio Mercadante, atual ministro da Educação, seja escolhido para substituí-la, mas a presidente ainda não teria batido o martelo. Se a mudança se confirmar, há pelo menos duas possibilidades sendo estudadas: efetivar o atual secretário-executivo José Henrique Paim ou transferir a ministra da Cultura, Marta Suplicy, para o posto.

A maior parte das mudanças será feita usando a lógica eleitoral, garantindo também o ingresso de novos aliados no primeiro escalão para formar um grande arco de alianças visando a disputa à reeleição. Nesse sentido, o recém-criado Partido Republicano da Ordem Social (Pros) pode ganhar um ministério.

Dilma, porém, tem mantido nomes e negociações em sigilo e só teve uma conversa um pouco mais abrangente sobre a reforma nesta quinta-feira com o vice-presidente Michel Temer.

Segundo um peemedebista, no entanto, Dilma teria dito a Temer apenas que vai dar início às conversas e negociações para a reforma a partir da próxima segunda-feira.

A presidente deve manter os atuais ministérios comandados pelo PMDB (Turismo, Agricultura, Aviação Civil e Minas e Energia) sob a órbita do principal aliado do governo no Congresso, segundo uma das fontes do Planalto. A tendência, segundo essa fonte, é que o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) seja nomeado ministro da Integração Nacional, como deseja a legenda. A pasta estava com o PSB, que desembarcou do governo em setembro.

O PMDB ainda não recebeu esse indicativo, segundo a fonte da legenda, que falou sob condição de anonimato. O partido reivindica desde o início do governo a ampliação do número de ministérios sob seu controle e com a saída do PSB essa cobrança voltou com toda força.

A fonte do PMDB afirmou ainda que a bancada da Câmara cogita dois nomes para substituir os ministros que deixarão os cargos para disputar eleições. Para o lugar de Gastão Vieira (Turismo), um dos nomes ventilados é o do deputado Sandro Mabel (GO), que teria ainda que receber o aval do líder da bancada, deputado Eduardo Cunha (RJ).

Na Agricultura, é possível que o partido indique o deputado Silas Brasileiro (MG), que é suplente do atual ministro, Antônio Andrade. Brasileiro é empresário do meio rural.

Não há confirmação, porém, de que Dilma já tenha recebido essas indicações de Temer. O único nome que já teria sido levado pelo partido à presidente é o de Vital do Rêgo.

Também devem deixar o governo os ministros Aguinaldo Ribeiro (Cidades), Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), Pepe Vargas (Desenvolvimento Agrário), Maria do Rosário (Direitos Humanos), Alexandre Padilha (Saúde) e Marcelo Crivella (Pesca).

Não serão feitas mudanças na equipe econômica, segundo as fontes. No final do ano passado Dilma já havia garantido que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, não será substituído.

"No que se refere ao ministro Guido, pela vigésima ou trigésima vez, eu reitero que o ministro Guido está... ele está perfeitamente no lugar onde ele está", disse Dilma a jornalistas em dezembro.

Dilma pode trocar ainda a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e o ministro interino dos Portos, Antonio Henrique Pinheiro Silveira.

Justicia chilena rechazó extraditar a ex agentes de inteligencia de la dictadura

La Segunda Sala de la Corte Suprema rechazó extraditar a los ex agentes de la DINA y militares en retiro acusados por la justicia francesa como los responsables de la desaparición de cuatro ciudadanos de aquel país a partir del golpe de Estado del 11 de septiembre de 1973.

Rosa María Maggi


El máximo tribunal ratificó la decisión de la ministra instructora Rosa María Maggi, quien había sentenciado que estos homicidios se están investigando en Chile.

De esta manera, se rechazó enviar a Francia al general Luis Ramírez, como también a Emilio Sandoval, Basclay Zapata, el general Manuel Contreras, Pedro Espinoza, Gerardo Godoy,Raúl Iturriaga, Miguel Krassnoff, Marcelo Moren y Rafael Ahumada, quienes fueron sentenciados en diciembre de 2010 por elTribunal en lo Criminal de París.

Cristián-Cruz-abogado-DDHH


El abogado de derechos humanos, Cristián Cruz, destacó que “se reconoce que estas personas deben ser juzgadas y sancionadas en Chile, es decir, hay un reconocimiento de la responsabilidad o culpabilidad de estos agentes”.

“Si bien es cierto esta resolución de los tribunales franceses deviene de la inactividad en su momento de los tribunales chilenos, hoy en día es incuestionable que se está investigando y que estas personas deben ser sancionadas“, añadió el profesional.

Los casos por los que estos ex militares eran requeridos en Francia son las muertes deAlphonse Chanfreau, George Klein, Jean-Ives Claudet y el sacerdote Ettiene Pesle de Menil.